Hoje vou falar de fotografia, uma parada que sempre achei interessante e mostrar alguns exemplos. Fotografia com Spin (ou spinning).
Para esse efeito, basta você ter uma máquina fotográfica que permita capturar a imagem com um tempo de exposição um pouco longo (geralmente as compactas não permitem isso), mas consistem em girar a máquina no momento em que a foto está sendo gravada. Engraçado? Na real é, mas também muito interessante o efeito.. Veja as imagens abaixo que fiz com uma Canon REBEL T3i.
É bem simples, mas devido o tempo de exposição ser um pouco maior que o normal, alguns problemas podem acontecer na imagem.
Coisas como ficar tremido, perder definição e por ai vai.. mas minha dica é ir testando, o processo vai ser mega divertido e os resultados podem ser surpreendentes, segue um vídeo de uma técnica de spin que ainda não testei, mas logo devo tentar isso e ver o que acontece.
os memes são uma parada que, indiscutivelmente, arranca risos de muitos pela simples capacidade de grudar nas nossas mentes tais expressões.. No blog do SnesBR eu vi isso e ri pra caramba!!
Harry Potter é, inconfundivelmente, um sucesso de bilheteria e na literatura. E é engraçado como o humor se aproveita desse sucesso para arrancar gargalhadas de um público que está no modo #whatever pra tudo isso (falo isso porque faço parte desse público).
Vou ser chato e dizer que já tentei ler alguns livros e cheguei a até assistir alguns filmes, mas tudo que vi relacionado a isso eu achei sem graça, mas vamos ao que interessa.. Ví no blog do Sedentário & Hiperativo um vídeo que ri pra caramba, um trailler do que poderia ser um filme típico besteirol americano, mas com o Harry Potter como pesonagem (#OHYEAH! #haha).
cara! o quanto uma trilha sonora faz diferença né? já somos condicionados a pensar e a acreditar que um filme será besteirol americano por conta de um conjunto de notas musicais..
há alguém aí? bem, mesmo ao estilo #foreveralone (espero que não) aqui vai mais uma nova etapa no blog (que infelizmente andou capenga e o pior, desatualizado #ahhh!!! #wtfman!). Bem, como diria um “adévogado” Venho por meio desta… avisar que daqui para frente pretendo publicar mais artigos/textos e tudo mais que vier à mente.. sendo esta a terceira versão beta do blog, ou o terceiro reboot (está parecendo PC-Windows)..
Voltarei com novidades e mais coisas interessantes que ando vendo e pensando nessa andanças da vida, pra promover (como afirmo sempre) o meu ponto de vista sobre as coisas (aos haters #F*CKYOU) ..
é isso, desse jeito, um abraço e até novas postagens!
Como prometido via Twitter, hoje eu falarei de um dos filmes mais esperados, THE SOCIAL NETWORK ou A REDE SOCIAL (2010) do diretor David Fincher. Onde ele conta a história do surgimento do Facebook, este que é um fenômeno nos Estados Unidos, Europa, parte da Ásia e que cresce vertiginosamente na América do Sul e países do baixo hemisfério do Equador.
A história conturbada e conflituosa (em todos os sentidos) de Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), um garoto gênio, obstinado, determinado e um tanto obsessivo quanto às sociedades exclusivas de Harvard. Ele é o típico nerd deslocado, seu pensamento é rápido, ágil e despreocupado (a priori) com as conseqüências de seus atos, mas possui uma visão para futuro e vislumbra em uma oportunidade que alguns personagens o incitam a criar um portal de relacionamento (rede social) voltada a alunos da Harvard.
No entanto observa que essa forma de agregar pessoas, na verdade, exclui uma grande outra camada da população que poderia fazer uso do mesmo serviço. Esta falha é crucial para seu processo criativo para o que no futuro será o facebook. Seus amigos de Campus embarcam como coadjuvantes deste processo que rapidamente explode na faculdade, depois na cidade e com a intenção e intromissão de outros personagens e investidores o facebook começa a adentrar em outros continentes e se tornar o que é hoje.
Mas a história é, a todo momento, retomada ao ponto principal da trama. Os lances jurídicos das pessoas que se viram lesadas com o surgimento do facebook, um grupo que alega ter propriedade intelectual (ou seja, a idéia) e que M.Zuckerberg teria roubado, seu melhor amigo o processa também [mas você terá que assistir para saber o porque ]
O filme é muito bom, realmente muito interessante e tem uma estrutura peculiar, meio deslocado de uma linearidade padrão, mas é compreensível pois o pensamento do criador do facebook não é muito linear. A fotografia é bem interessante, pois há um uso de duas fontes cromáticas principais, o tom mais azulado (pelo que percebi pertence a cenas mais técnicas) e um tom mais amarelado (onde a vida pessoal e a vida empresarial se confundem profundamente).
A trilha sonora é bem agitada e passa uma sensação interessante, horas você a percebe e outras não pois está tão em sintonia com a cena que a música lhe passa despercebido simplesmente não poderia haver música melhor para tal momento.
O filme tem um senso de urgência muito grande, tudo é para ontem e uma novidade na internet é valiosa enquanto é nova e conquista novas pessoas, se você criar algo similar já não haverá valor para isto se for feito a algumas horas após o lançamento da primeira idéia. Essa análise não é irreal, principalmente se você utiliza a internet por mais de quatro horas por dia, você perceberá esta tendência.
O filme é muito bom mesmo, mas não lhe garante um Oscar (segundo meu ponto de vista).
Recomendo Fortemente que você assista, você irá se surpreender mais do que você imagina!!
O filme de hoje vai ser SCOTT PILGRIM vs THE WORLD (2010) do diretor Edgar Wright (conhecido por integrar o projeto GRINDHOUSE e filmes como Chumbo Grosso e Todo Mundo Quase Morto), baseado nas Histórias em Quadrinhos (com estilo Mangá) do Canadense Bryan Lee O`Malley com o título de Scott Pilgrim.
A história se passa em Toronto (Canadá) na vida de um garoto de aproximadamente 22 anos chamado Scott Pilgrim, ele é um rapaz confuso e que se complica cada vez que acorda para um novo dia, toca contrabaixo em uma banda com amigos e se apaixona facilmente. Essa facilidade em se apaixonar leva o pobre (literalmente pobre em todos os sentidos) a se meter em confusões quando se envolve com a misteriosa Ramona Flowers (uma americana que possui diversos atributos misteriosos).
Sem saber que Ramona Flowers é o passaporte para uma vida cheia de confusões inimagináveis que ele terá de superar para namorar com esta garota. Isso envolve derrotar sete ex-namorados do mau! #haha.
A adaptação para o cinema foi, na minha humilde opinião, muito bem feita. Sei que algumas pessoas malucas pelos quadrinhos (eu também estou nesta categoria, mas não compartilho do ponto de vista seguinte) vão falar que ficou ruim pois desfavoreceu muita coisa que tem nas HQs e perdeu o foco ou #whatever…
Cara! para quem pensa isso eu só falo o seguinte: Tenta adaptar as 6 HQs (que somam aproximadamente 500 páginas) para um filme que não pode passar de 2 horas (porque começa a ficar desinteressante para a maioria do público), vai.. faz isso, tu é capaz de fazer? Não? então é melhor pensar duas vezes antes de falar uma bobagem dessas (#perdão, estou um tanto ácido e áspero hoje).
Os efeitos visuais foram surpreendentes, ambientaram bem o conceito das HQs (que é o conceito do Vídeo Game 8bits), as onomatopéias junto do próprio som foram um recurso muito bem utilizados durante todo o filme #Parabéns. A Trilha sonora é fantástica, bem eletrizante e o melhor é que, se você curte a HQ e lê as letras você imagina o som, mas quando você de fato o escuta, tudo faz mais sentido. Gostei da fotografia e do uso de diversos planos durante o filme, a neve deu um toque mais P&B sem perder a cor do cabelo da Ramona (que muda com o humor dela, praticamente).
Casting:
Fica a SuperDica deste Domingão, assistam Scott Pilgrim Vs. The World
Hoje mais uma review, especialmente dedicado ao Quentin Tarantino ( o maluco é um gênio ), tenho uma review do filme Cães de Aluguel, mas fica pra próxima. Hoje é dia de Grindhouse – DEATH PROOF (2007). Que trata da história de um dublê, chamado Dublê Mike.
Como geralmente são os filmes do Tarantino, ele divide por capítulos, como se fosse um livro (teorias à parte…) onde no primeiro momento há a história de um trio de amigas que são totalmente inconseqüentes que vivem no Texas. Elas bebem, andam em alta velocidade, se drogam e tem uma postura erótica explícita (nada contra #haha) mas de alguma forma chama a atenção do Mike que lida com isso de uma forma interessante.
No segundo capítulo, o Tarantino retoma com o conceito de trio, mas agora eu senti que ele quis passar um conceito de Histórias em Quadrinhos, heróica e esquisita a forma como ele envolve a história dessas novas garotas com o Dublê Mike. A inconseqüência ainda reina esta história, mas tem um final surpreendente.
A trilha sonora do filme é a cara do Tarantino, músicas de velho oeste, com um ritmo mais acelerado, provavelmente por conta de ser um filme onde a velocidade é quem reina. A fotografia faz muito uso do plano em close nos rostos e alguns planos americanos. O uso do recurso de alto contraste tornam algumas cenas bem obscuras e misteriosas.